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Valle Sagrado: conheça de perto a vida dos Incas

Uma viagem de autoconhecimento aliada a cenários indescritíveis. Nos Andes peruanos, próximo a Cusco, está localizado um dos pontos mais importantes para evolução e consolidação dos povos Incas. O Valle Sagrado dos Incas, ou Valle do Rio Urubamba, é composto por vários sítios arqueológicos e povoados indígenas, que se estabeleceram ao longo do curso do rio, principal manancial da região, considerado sagrado pelos Incas.

O Valle passa por muitas cidades, como Pisac, Ollantaytambo, Maras, Moray, Chinchero, Tipón, Urubamba, Andahuaylillas, Chinchero, Calca e outros vilarejos. A verdade é que os Incas dominaram a região de Cusco e arredores, e por lá deixaram seu legado. O motivo seria a geografia e clima da região, favoráveis à produção agrícola.

Mais de 18 variedades de milho eram cultivadas pelos Incas, além de batatas, feijão, mandioca e outros vegetais. Todos plantados nos terraços – degraus formados nas encostas das montanhas. Os Incas são conhecidos como um dos primeiros povos a utilizar técnicas de curvas de nível e sistema de irrigação. Ainda hoje, a região é conhecida por produzir o melhor grão de milho do Peru.

Por esse motivo, a área do Valle Sagrado foi a principal morada da civilização Inca. Hoje, pode-se observar diversas construções, sítios arqueológicos gigantescos, cidades inteiras, moradias, templos, fortalezas e escolas que resistiram ao tempo e existem até hoje, mais de 5 séculos depois.

Visitar o Valle Sagrado é ter um gostinho de como era a vida dos Incas. Começando pelo ar rarefeito, o vale está situado a mais de 3 mil metros acima do nível do mar, o visitante sentirá como era a relação Inca com o sol, a terra e as montanhas.

Tour pelo Valle Sagrado

Pisac e Ollantaytambo são os pontos principais do tour. Há muitas maneiras e opções para realizar o passeio, desde aventureiros solitários a grupos de expedição. A recomendação é que sempre se faça com um guia, para conhecer e aproveitar melhor a história e paisagens incríveis.

Pisac: centro astronômico e de experimentos agrícolas

O sítio arqueológico de Pisac é um dos mais importantes do Valle Sagrado. No alto de uma montanha, Pisac era um centro religioso, mas também muito usado para agricultura e observação astronômica.

O complexo abriga terraços enormes (parecidos com degraus) onde eram cultivados os vegetais e realizadas experimentos agrícolas. Os diferentes níveis de solo e microclimas permitiam que os Incas analisassem como diferentes temperaturas, altitude e pressões impactavam no desenvolvimento dos alimentos.

No topo da montanha estão os templos da cidade, cujo o mais importante é o Templo do Sol – Intihuatana. O lugar também abriga um o maior cemitério do Peu pré-hispânico, em que os mortos eram colocados em buracos feitos nos paredões rochosos.

O animado mercado é um dos atrativos de Pisac. Aos domingos, terças e quintas, as comunidades indígenas se vestem seus trajes típicos para vender seus artesanatos e produtos agrícolas. Tudo muito colorido e animado, há tecidos, cerâmicas, bolsas, roupas, bonecas e muitas outras coisas, todas fabricadas pelos indígenas. É uma ótima oportunidade para interagir com os habitantes e conhecer mais sobre a cultura e hábitos locais.

Ollantaytambo: a cidade Inca que nunca foi abandonada

Um imenso completo astrológico, religioso, militar e agrícola dos Incas. Construído estrategicamente para controlar todo o Valle Sagrado do alto de um desfiladeiro. Com edificações bastante conservadas, a cidade parece que parou no tempo. Alguns descendentes Incas ainda moram no local, as construções mais atuais foram feitas por cima das ruínas, preservando os costumes e o dialeto Inca, o Quéchua. Por isso o lugar também é conhecido como Pueblo Inca Vivo.

Acessado por uma escada de pedra, o rio Urubamba corre na base, junto a aldeia atual. Foi de Ollantaytambo que Manco Capac comandou as tropas de resistência contra a invasão espanhola. Daí as construções com muros altos e fortificados. A cidade mantém um pequeno e importante museu, com material rico e didático sobre a cultura local.

Na montanha Pinkuylluna, à esquerda do vale, é possível observar uma das atrações mais curiosas do povoado. Incrustado na montanha, algumas pedras ganha o formato de um rosto. Com barba e uma coroa (use a imaginação). A metade de uma face que olha o infinito. Esse seria o Viracocha, ou Tunupa, uma das divindades dos Incas.

Reza a lenda Inca que o próprio Viracocha visitou a região, no período de fundação de Ollantaytambo, e transmitiu tanto conhecimento que seu rosto ficou marcado para sempre na montanha.  Outra explicação, menos criativa, é que o rosto surgiu há pouco tempo devido a um terremoto na região, por volta de 1950.

Se continuar olhando para a montanha, dos dois lados do rosto de Viracocha, há dois quadrados também encravados nas rochas. Ali funcionavam antigos armazéns Incas! A altitude, juntamente aos ventos gélidos das montanhas, formavam geladeiras naturais que preservavam os alimentos produzidos na cidade.

Ollantayambo abriga uma estação de trem, por isso a pacata cidade recebe muitos turistas. De lá, muitos seguem para Águas Calientes, caminho para conhecer Machu Picchu.

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